Um Pessoa Feliz Vive Mais!

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Hoje a cirurgia foi protocolo de maxila para reabilitação com prótese total fixa. Foram oito implantes na maxila. Essa é uma das cirurgias que nos trás grande satisfação. Devolver dentes ao paciente, quase como os naturais, além de melhorar mastigação e fonação, aumenta muito a auto estima. Posso inclusive arriscar que aumenta os anos de vida. Uma pessoa feliz consigo mesma vive muito mais que aquelas tristes e cabisbaixas. Concordam? Então me mande um emotion sorrindo nos comentários! Emoticon smile Bom final de semana!

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Texto publicado dia 03 de outubro de 2015 na página do Blog no Facebook.

CHOVE EM SÃO PAULO – CARTA DO CACIQUE SEATTLE AO PRESIDENTE DOS ESTADOS UNIDOS EM 1855

chuva cacique seatle

Hoje chove em São Paulo. Uma cena que, há alguns anos atrás era corriqueira, passava despercebido por todos, ou melhor, só se percebia a chuva pelos transtornos que ela causava como engarrafamentos, enchentes, entre outros.

Há muito tempo atrás também se alertava em relação as alterações que estávamos causando nas condições climáticas. Muitos não acreditavam, ou se acreditavam, achavam que nunca iria sofrer as consequências disso, que só afetaria outros. Isso é muito comum no pensamento humano, sempre achamos que o problema vai acontecer com outro, é assim com o fumante em relação ao cigarro e ao câncer, com o cidadão que consome álcool e dirige seu veículo achando que ele nunca vai se acidentar, como o pedestre que atravessa a rua teclando no celular e nunca será atropelado, enfim, é assim que é!

Tem uma frase atribuída ao Greenpeace que gosto bastante:

“Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que dinheiro não se come!”

Todos pensam que a última árvore só vai cair daqui 100 anos, o rio vai secar daqui 150 anos e até morrer teremos peixe para comer. Agora temos certeza que isso está muito mais próximo de nós do que imaginamos, certo? Não temos água suficiente para o consumo em São Paulo!

Ou todos nós entendemos e aceitamos o que está ocorrendo para que possamos tomar as providências necessárias e consigamos diminuir o d´água, ou todos nós sofreremos graves consequências.

Sem água não é possível haver vida, as doenças e a desidratação mataria toda a população privada do seu consumo!

Tem uma carta que o cacique Seattle, da tribo Suquamish, do Estado de Washington, enviou ao presidente dos Estados Unidos, Francis Pierce, em 1855, depois do Governo haver dado a entender que pretendia comprar o território ocupado por aqueles índios. Faz mais de um século e meio. Mas o desabafo do cacique tem uma incrível atualidade. Logo abaixo segue a transcrição da carta. Espero que gostem!

Muito obrigado!

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“O grande chefe de Washington mandou dizer que quer comprar a nossa terra. O grande chefe assegurou-nos também da sua amizade e benevolência. Isto é gentil de sua parte, pois sabemos que ele não necessita da nossa amizade. Nós vamos pensar na sua oferta, pois sabemos que se não o fizermos, o homem branco virá com armas e tomará a nossa terra. O grande chefe de Washington pode acreditar no que o chefe Seattle diz com a mesma certeza com que nossos irmãos brancos podem confiar na mudança das estações do ano. Minha palavra é como as estrelas, elas não empalidecem.

Como pode-se comprar ou vender o céu, o calor da terra? Tal idéia é estranha. Nós não somos donos da pureza do ar ou do brilho da água. Como pode então comprá-los de nós? Decidimos apenas sobre as coisas do nosso tempo. Toda esta terra é sagrada para o meu povo. Cada folha reluzente, todas as praias de areia, cada véu de neblina nas florestas escuras, cada clareira e todos os insetos a zumbir são sagrados nas tradições e na crença do meu povo.

Sabemos que o homem branco não compreende o nosso modo de viver. Para ele um torrão de terra é igual ao outro. Porque ele é um estranho, que vem de noite e rouba da terra tudo quanto necessita. A terra não é sua irmã, nem sua amiga, e depois de exaurí-la ele vai embora. Deixa para trás o túmulo de seu pai sem remorsos. Rouba a terra de seus filhos, nada respeita. Esquece os antepassados e os direitos dos filhos. Sua ganância empobrece a terra e deixa atrás de si os desertos. Suas cidades são um tormento para os olhos do homem vermelho, mas talvez seja assim por ser o homem vermelho um selvagem que nada compreende.

Não se pode encontrar paz nas cidades do homem branco. Nem lugar onde se possa ouvir o desabrochar da folhagem na primavera ou o zunir das asas dos insetos. Talvez por ser um selvagem que nada entende, o barulho das cidades é terrível para os meus ouvidos. E que espécie de vida é aquela em que o homem não pode ouvir a voz do corvo noturno ou a conversa dos sapos no brejo à noite? Um índio prefere o suave sussurro do vento sobre o espelho d’água e o próprio cheiro do vento, purificado pela chuva do meio-dia e com aroma de pinho. O ar é precioso para o homem vermelho, porque todos os seres vivos respiram o mesmo ar, animais, árvores, homens. Não parece que o homem branco se importe com o ar que respira. Como um moribundo, ele é insensível ao mau cheiro
.
Se eu me decidir a aceitar, imporei uma condição: o homem branco deve tratar os animais como se fossem seus irmãos. Sou um selvagem e não compreendo que possa ser de outra forma. Vi milhares de bisões apodrecendo nas pradarias abandonados pelo homem branco que os abatia a tiros disparados do trem. Sou um selvagem e não compreendo como um fumegante cavalo de ferro possa ser mais valioso que um bisão, que nós, peles vermelhas matamos apenas para sustentar a nossa própria vida. O que é o homem sem os animais? Se todos os animais acabassem os homens morreriam de solidão espiritual, porque tudo quanto acontece aos animais pode também afetar os homens. Tudo quanto fere a terra, fere também os filhos da terra.

Os nossos filhos viram os pais humilhados na derrota. Os nossos guerreiros sucumbem sob o peso da vergonha. E depois da derrota passam o tempo em ócio e envenenam seu corpo com alimentos adocicados e bebidas ardentes. Não tem grande importância onde passaremos os nossos últimos dias. Eles não são muitos. Mais algumas horas ou até mesmo alguns invernos e nenhum dos filhos das grandes tribos que viveram nestas terras ou que tem vagueado em pequenos bandos pelos bosques, sobrará para chorar, sobre os túmulos, um povo que um dia foi tão poderoso e cheio de confiança como o nosso.

De uma coisa sabemos, que o homem branco talvez venha a um dia descobrir: o nosso Deus é o mesmo Deus. Julga, talvez, que pode ser dono Dele da mesma maneira como deseja possuir a nossa terra. Mas não pode. Ele é Deus de todos. E quer bem da mesma maneira ao homem vermelho como ao branco. A terra é amada por Ele. Causar dano à terra é demonstrar desprezo pelo Criador. O homem branco também vai desaparecer, talvez mais depressa do que as outras raças. Continua sujando a sua própria cama e há de morrer, uma noite, sufocado nos seus próprios dejetos. Depois de abatido o último bisão e domados todos os cavalos selvagens, quando as matas misteriosas federem à gente, quando as colinas escarpadas se encherem de fios que falam, onde ficarão então os sertões? Terão acabado. E as águias? Terão ido embora. Restará dar adeus à andorinha da torre e à caça; o fim da vida e o começo pela luta pela sobrevivência.

Talvez compreendêssemos com que sonha o homem branco se soubéssemos quais as esperanças transmite a seus filhos nas longas noites de inverno, quais visões do futuro oferecem para que possam ser formados os desejos do dia de amanhã. Mas nós somos selvagens. Os sonhos do homem branco são ocultos para nós. E por serem ocultos temos que escolher o nosso próprio caminho. Se consentirmos na venda é para garantir as reservas que nos prometeste. Lá talvez possamos viver os nossos últimos dias como desejamos. Depois que o último homem vermelho tiver partido e a sua lembrança não passar da sombra de uma nuvem a pairar acima das pradarias, a alma do meu povo continuará a viver nestas florestas e praias, porque nós as amamos como um recém-nascido ama o bater do coração de sua mãe. Se te vendermos a nossa terra, ama-a como nós a amávamos. Protege-a como nós a protegíamos. Nunca esqueça como era a terra quando dela tomou posse. E com toda a sua força, o seu poder, e todo o seu coração, conserva-a para os seus filhos, e ama-a como Deus nos ama a todos. Uma coisa sabemos: o nosso Deus é o mesmo Deus. Esta terra é querida por Ele. Nem mesmo o homem branco pode evitar o nosso destino comum.”

Novo Vírus No Facebook – Veja Se Você Foi Infectado

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Novo vírus no Facebook já infectou milhões de contas. Ele marca várias pessoas do perfil em um vídeo que parece ser interessante. Quando se clica para ver o vídeo o vírus invade seu computador e sua conta e publica mensagens em seu nome marcando seus amigos!

Para se prevenir é simples, não clique em publicações que seus amigos tenham lhe marcado e que pareçam suspeitas. Se for o caso, pergunte ao seu amigo, inbox, se ele marcou você em determinada publicação, se a resposta dele for não, aproveite e avise-o que ele está infectado e indique esse artigo para ele se livrar da praga.

Agora se você já clicou e está infectado, acesse os aplicativos nas configurações do Facebook (configurações =>aplicativos) e exclua todos que estiverem nessa lista e que você não tenha autorizado.

Feito isso é hora de ver se não está com o navegador infectado:

– Firefox => menu principal => complementos e apague qualquer opção que não seja confiável;

– Internet Explorer => ferramentas => gerenciar complementos => ferramentas e extensões e desabilite todas as extensões que lhe parecerem suspeitas;

– Google Chrome => menu => configurações => extensões e avalie se há alguma suspeita para excluí-la.

Não esqueça de mudar constantemente a sua senha das contas de emails e de redes sociais!

Esse artigo lhe foi útil? Compartilhe e ajude seus amigos.

Um abraço e até a próxima…

SERÁ QUE PENA DE MORTE É A MELHOR SOLUÇÃO? – BRASILEIROS EXECUTADOS NA INDONÉSIA

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Foi executado outro brasileiro condenado à morte por tráfico de drogas na Indonésia.

Não concordo com a pena de morte. Também não acho que a cadeia seja capaz de reformar a personalidade de pessoas para os crimes graves, talvez para os brandos.

Devemos respeitar a soberania de outros países, suas as leis e seus costumes, concordando ou não, apesar de achar que no futuro distante o mundo será uma coisa só, sem fronteiras, perfazendo o término da globalização, ou seja, tudo globalizado.

Sou cristão e acredito que a morte não deva ser causada por nós.

Para esses casos eu sugeriria prisão perpétua em cadeia produtiva, ou seja, cadeias que produzem alimentos, ferramentas, enfim, qualquer forma em que os presos trabalhassem, em carga horária compatível com as leis trabalhistas e que a gestão, seja pelo estado, por parceria público-privada ou qualquer outro modelo, fizesse com que essa estrutura pagasse os custos do presídio e ainda gerasse lucro para a sociedade.

Acredito que assim, ao terminar a vida na cadeia, recluso para não colocar a sociedade em risco, e conduzi-la sempre trabalhando, transformará ao menos sua percepção de que no mundo há de se trabalhar para conseguir sobreviver e que o crime foi uma péssima escolha.

Minha singela opinião.

Abraços!

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Christiano Cony

Ele Salvou 669 Crianças do Holocausto e Não Sabia Que Elas Estavam Sentadas ao Lado Dele!

Sir Nicholas Winton organizou uma operação de resgate de 669 crianças de famílias perseguidas pelos nazistas que seriam enviadas a campos de concentração. Elas foram levadas em segurança para a Inglaterra.

Depois da 2ª Guerra Mundial o feito de Nicholas permaneceu desconhecido. Foi só em 1988 que sua esposa Grete descobriu um velho livro  com os nomes e as fotos de todas essas crianças.

Assista o vídeo onde ele recebe uma homenagem em um programa de TV e é surpreendido. É de arrancar lágrimas de nossos olhos!

Quantas pessoas assim estão ao nosso redor?

Não fazemos idéia. Nossa mente, por um instinto primitivo de sobrevivência, presta mais atenção e assimila com mais precisão os eventos negativos que nos cercam. Por exemplo, no trânsito cruzamos com milhares de carros durante o dia, basta três ou quatro motoristas mal educados e julgamos o trânsito como sendo algo próximo a barbárie. Conversamos por horas a fio em rodas de amigos sobre os escândalos da corrupção e não conseguimosconversar dez minutos sobre a boa ação que alguns grupos fazem em prol de necessitados. E por aí vai…

Que tal começarmos a mudar isso? Podemos nos esforçar mais em ver a beleza de uma árvore na rua ao invés do céu cinzento, em ver a graça de uma criança brincando no parque ao invés do balanço que não recebe manutenção a anos, lembrar da educação do motorista que lhe deu passagem quando você sinalizou com a seta ao invés de lembrar do outro que lhe deu uma fechada, sorrir para o colega de trabalho ao invés de ficar bravo com a carga de tarefas que ainda falta terminar… e por aí vai!

Mudando nossa percepção do mundo e a forma que encaramos as situações no dia a dia torna nossa caminhada mais leve, nosso corpo e mente mais saudáveis, nossa energia se mantém positiva e influenciamos os que nos cercam que passam a absorver essa atmosfera contagiante e positiva.

Eu venho fazendo esse trabalho interior e você, que tal pensar nisso?

É apenas um morador de rua. Quem liga?

Morador de Rua mPlantão passado operamos esse homem, vítima da violência em que vivemos. Morador de rua, foi atingido no rosto por um facão em um golpe proferido por outra pessoa, outro ser humano, que tentava acertar seu cachorro. Isso mesmo, um ser humano tentava matar o cachorro do morador de rua que, por instinto, colocou-se entre seu cachorro e o facão para protegê-lo. Teve metade do rosto decepado. O nariz e o lábio superior ficaram pendurados por apenas um pedaço de músculo. Graças a Deus o atendemos em tempo de minimizar os danos e o risco de morte. O paciente passa bem e já se encontra em condição de alta hospitalar.

Desde que iniciei minha vida profissional em prontos-socorros públicos, há mais de 15 anos, algo me chamava  a atenção em relação aos moradores de rua. Muitas vezes via um ou outro entrando no pronto-socorro apenas para tomar banho e conseguir um prato de comida. Eu podia notar que aquele ser, morador de rua, sujo, com mau cheiro, com trapos cobrindo seu corpo ao invés de roupas, muitas vezes descalço, às vezes de chinelo, com os pés tão sujos que não dava nem para ver a cor da pele, unhas grandes, barba e cabelo grandes, sem brilho, com os fios grudados pela sujeira, os poucos dentes que sobravam na boca eram quase sempre todos estragados, esse ser humano que é quase sempre ignorado pela a sociedade, onde a maioria das pessoas atravessa a rua trocando de calçada, para não passar perto dele, quando chega ao pronto-socorro público é atendido como um cidadão. Passei então a enxergar o Pronto-Socorro público não apenas como um lugar que chegam doentes, mas sim como um lugar que chegam todos e quaisquer seres humanos. Inclusive moradores de rua, que quase sempre a sociedade esquece que ele também é um ser humano. Às vezes até ele mesmo esquece que é ser humano, vivendo em condições sub-humanas. Vejamos o que significa sub-humano no dicionário:  que está abaixo do que se considera humano. Ou seja, não humano, e se não é humano, é bicho!

Quando atendemos esse tipo de paciente, somos gratificados duas vezes, uma por atender e tratar a aflição da dor naquele momento como todos os outros pacientes, e outra por devolvê-lo a condição de humano, de lembrá-lo que ele é muito mais do que um morador de rua, lembrá-lo de que realmente é um ser humano! Assim ele é tratado por toda a equipe, até receber alta hospitalar, em condições muito melhores do que quando entrou, de banho tomado, barba feita, roupas  e tênis que as voluntárias sempre conseguem. Bem alimentado, bem nutrido, bem cuidado pela equipe de enfermagem, pelas nutricionistas do hospital, fisioterapeutas, enfim, é muito gratificante vê-lo ir embora do hospital não como um bicho em condições sub-humanas e sim como um ser humano!

Lembro-me de uma passagem da minha infância que faz uma ligação direta com o meu presente, aliás, devo muito do que sou hoje aos meus pais, que ensinaram a mim e minhas irmãs e fizeram questão de nos mostrar todas as facetas da vida, desde muito pequenos. Nós costumávamos ir até a Igreja das Almas, aqui em São Paulo, um sábado por mês. Na frente da igreja há uma escadaria e, naquela época, década de 80, muitos moradores de rua ficavam por lá. Nós acordávamos por volta das 3 horas da madrugada e, na cozinha de nosso apartamento começávamos a fazer lanches. Era pão de forma, com margarina, queijo e presunto. Embrulhávamos um a um em papel alumínio e depois colocávamos de volta nos mesmo saco que vinha o pão de forma. Enquanto isso meus pais iam preparando as garrafas térmicas, umas com café e leite e outras com café puro. Enchíamos o porta-malas do carro e saíamos próximo as 5:30 da manhã rumo à igreja. Lá distribuíamos os lanches e café com leite e garantíamos o café da manhã daqueles seres, ao menos uma manhã por mês. O que fazíamos era muito pouco perto de todas suas necessidades, mas fazíamos de coração e recebíamos em troca sorrisos de afeto e agradecimento.  Certa vez, num desses sábados, minha mãe me perdeu de vista entre as pessoas e desesperadamente começou a me procurar, quando finalmente me achou estava eu sentado no colo de uma das moradoras de rua papeando e comendo com ela sua marmita!

E você, será que ao passar por aquele morador de rua, que sempre está no seu caminho, perto da sua casa, perto do seu trabalho, será que você percebe a presença dele? Já olhou em seus olhos? Às vezes ele te olha apenas pensando em receber um bom dia! Já percebeu como é desagradável quando estamos no elevador e alguma pessoa entra e não nos olha nos olhos e muito menos nos oferece um bom dia?

Somos nós, e apenas nós, que podemos mudar o mundo em que vivemos, que podemos melhorar as relações interpessoais, que podemos tornar a vida mais leve e o mundo melhor. Tenho certeza que, assim como eu, você também quer essa transformação!

Ajude a construir esse mundo melhor, curta, comente, compartilhe!

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Muito obrigado e um forte abraço do amigo,

Christiano Cony

A confiança no ser humano ainda existe!

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Hoje eu operei esse menininho. Dois aninhos de idade. Foi mordido por seu cãozinho de estimação. Segundo a mãe, ele foi mexer no rabo. Tinha dois ferimentos simples, mas bem próximo ao olho, alguns milímetros e poderia ter perdido a visão. No domingo eu estava em Paraty, cidade litorânea do estado do Rio de Janeiro, passeando com minha família e com meus sobrinhos, um deles com dois anos de idade também, quando fui atacado por cinco cachorros e sofri uma pequena mordida na perna. Na hora pensei: que bom que fui eu o atacado e não meus sobrinhos. Interessante esse fato ter acontecido há quatro dias atrás. Quando entrei na sala cirúrgica ele estava no colo da enfermeira, chorando. Podia imaginar o que passava na sua cabecinha: “O que estou fazendo aqui? Quem são essas pessoas? Por que meu cachorrinho fez isso comigo? Cadê minha mãe?”. Na hora lembrei do meu amado sobrinho e logo comecei a brincar com ele. Mostrei para ele nossa televisão diferente apontando o monitor sobre o carrinho de anestesia, depois acendi os refletores e falei pra ele que nossa luz era muito mais forte… Assim fomos nos entretendo até a indução anestésica. Durante o procedimento um pensamento invadiu minha mente: como os pais entregam seu filhinho de apenas dois anos, totalmente indefeso, a nossa equipe, na porta do centro cirúrgico, sem poder acompanhá-lo? Como podem confiar em estranhos? São nessas horas que, mesmo ganhando um salário vergonhoso, nós continuamos tendo vontade de estar naquele mesmo lugar, naquele exato momento, porque ali renasce a esperança na humanidade, no ser humano, no respeito e na confiança. Obrigado aos pais da criança por confiar à nós seu precioso tesouro e obrigado a Deus por me permitir vivenciar isso. Fica meu alerta aos pais: cuidado com crianças e animais de estimação, por mais dócil que seja, um dia que ele estiver com uma dor de barriga ou algum outro incômodo, a reação instintiva sempre falará mais alto.

Se você quer um mundo melhor, como eu também quero, curta nossa página e vamos juntos conscientizando as pessoas. Você pode e deve ajudar a melhor o mundo que vivemos!

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Obrigado 😉

Christiano Cony

CASOS DE HOSPITAL: HOJE EU TIVE UMA SORTE DANADA, CRUZOU O MEU CAMINHO O DR. MALFEITOR, SABE AQUELES DOUTORES-PROFESSORES-PÓS-GRADUADOS-NOS-ESTADOS-UNIDOS, POIS É, LEIA E DIGA SE CONCORDA COMIGO!

medico malfeitorPresto serviços em um hospital. O foco é Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial, ou seja, atendimento de traumas de face, infecções, patologias entre outros. Há exatamente uma semana atrás, me ligou o Dr. X (assim o chamarei por ser o pivô dessa situação que irei relatar) da Secretaria de Saúde, pedindo gentilmente se poderíamos operar um paciente de 13 anos, com paralisia cerebral e autismo, que estava com alguns dentes comprometidos lhe causando dores terríveis há algum tempo. A necessidade do atendimento hospitalar ocorre por precisar realizar os procedimentos sob anestesia geral, pois esse paciente não tem condições de ser tratado acordado. Na hora me prontifiquei a ajudar o paciente e assenti. Pedi então que me encaminhasse o paciente para que eu pudesse avaliar. O Dr. X relatou que eu não precisava me preocupar porque outro já havia avaliado (o tal do Dr. Malfeitor). Então lhe pedi desculpas e lhe disse que se o paciente não fosse avaliado por mim, eu não iria operá-lo, qualquer um que trabalha assumindo responsabilidade com pacientes sabe que ninguém indica um procedimento sem fazer uma avaliação, isso é óbvio até para o leigo. Aqui começam os absurdos dessa história.

Quando assumi essa postura, o Dr. X me falou que o Dr. Malfeitor iria fazer a sedação do paciente para eu operar. Disse que o Dr. Malfeitor é médico e cirurgião-dentista, que fez curso nos Estados Unidos, que foi professor universitário, que tem muita experiência com isso e mais alguns elogios. Respondi que era ótimo poder trabalhar com tão alto nível profissional, mas que não me levasse a mal, se eu fosse cuidar do paciente, podia o Papa ter avaliado o paciente, que mesmo assim eu também o avaliaria podendo indicar ou não o procedimento. Assim terminamos o primeiro capítulo dessa novela com o Dr. X dizendo que o Dr. Malfeitor iria me ligar. Três dias depois encaminhei uma mensagem para o Dr. X dizendo que ainda não havia recebido a ligação e que eu estava ficando preocupado porque, se o paciente estava em sofrimento por dor, o tempo estava passando sem a devida resolução do seu problema. Recebi a ligação do Dr. Malfeitor no dia seguinte.

O Dr. Malfeitor iniciou a ligação se apresentando e fez o seguinte comentário: – o Dr. X me falou que você (eu) está receoso para operar o paciente, o que está acontecendo? Nem preciso dizer que nessa hora meu sangue ferveu, mas me segurei e mantive o controle. – Não colega, sabe o que é, eu preciso avaliar o paciente antes de indicar uma cirurgia, preciso saber se está tudo bem, se tem indicação cirúrgica e se vamos colocá-lo na mesa (centro cirúrgico). Nessa hora ele disse que não iria por o paciente na mesa, que iria fazer isso com sedação na sala de emergência do pronto-socorro, que ele fez muitas vezes assim e que dava tudo certo. Informei-lhe que eu não iria fazer isso na sala de emergência por ter ambiente com melhor controle asséptico (contra infecção), que não havia necessidade de realizar isso nesse ambiente, pois tínhamos disponível ambiente mais indicado e que eu também não faria isso com o paciente sedado, sem controle das vias aéreas. O risco de se fazer um procedimento desse com o paciente sedado é o fato dele perder o reflexo de deglutição e tosse e, pelo fato de estarmos operando a boca, ou seja, com sangue na cavidade bucal, a qualquer momento o paciente pode aspirar (ir sangue para o pulmão) e colocar em risco sua vida. Há inclusive uma frase na anestesiologia que todos os anestesistas levam consigo: é mil vezes preferível uma anestesia (geral) leve do que uma sedação profunda! O Dr. Malfeitor ficou bravo e desligou o telefone.

Conversei novamente com o Dr. X, por telefone, e combinei de me encaminhar o paciente na segunda-feira, com todos os exames pré-operatórios e de imagem, para que eu avaliasse. Quando iniciei a consulta, para minha surpresa, não havia nenhum exame com o paciente. Liguei na hora para o Dr. X que me disse que os exames estavam na Secretaria de Saúde e que se eu pudesse esperar até o almoço ele me levaria. Nem preciso dizer que eu não podia esperar, né? Pedi para o paciente esperar na sala de espera, peguei meu carro e fui até a Secretaria de Saúde pegar os exames. Chegando fui recebido pelo Dr. X que começou a procurar os exames e foi logo me pedindo desculpas, mas só estava com a radiografia do paciente e que os outros exames estavam com o Dr. Malfeitor. Nesse momento lhe disse que o Dr. Malfeitor não precisava mais ir ao hospital, que eu iria solicitar anestesista da equipe para anestesiar o paciente, que tudo estava muito complicado e que a falta de respeito comigo e com o próprio paciente já havia passado dos limites. Ele me pediu, mais uma vez desculpas, mas o Dr. Malfeitor gostaria de continuar conduzindo o caso porque já tinha se comprometido com a família. Consenti mais uma vez, na tentativa de ainda manter a situação amigável, mas que o Dr. X falasse com o Dr. Malfeitor que iríamos fazer o procedimento no centro cirúrgico e sob anestesia geral. Ele disse para eu ficar tranquilo que tudo ocorreria dessa forma. Voltei para o hospital, preenchi o aviso de cirurgia no centro cirúrgico agendando-a para o dia seguinte, orientei o paciente e deixei pronta toda papelada para a internação.

Cheguei ao hospital cinco minutos antes do horário agendado, passei na enfermaria para ver o paciente e ele não estava lá. Perguntei ao pessoal da enfermagem e disseram que não haviam chamado do centro cirúrgico, achei estranho. Antes de ir para o centro cirúrgico fui ao pronto-socorro para avaliar um paciente que me aguardava e encontro o paciente sendo direcionado para a sala de emergência. Quando me aproximei veio a mim o Dr. Malfeitor se apresentando. Eu lhe disse que o centro cirúrgico já iria chamar o paciente. Nesse momento o Dr. Malfeitor começou a aumentar o tom de voz, no meio do corredor do pronto-socorro, na frente de vários outros pacientes, dos profissionais que lá trabalhavam. Disse que era um absurdo eu querer fazer isso no centro cirúrgico, que ele já fez varias vezes em sala de emergência, que fazia isso em consultório. Eu disse que não tem sentido fazer isso em uma sala contaminada e por o paciente em risco, sem proteção das vias aéreas. Perguntei-lhe o porquê dele não querer fazer no centro cirúrgico e ele me respondeu que não era anestesista, mas que foi professor universitário. Pedi que ele tivesse um pouco mais de educação e respeito por todos que estavam ali e que fossemos conversar em uma sala, ele virou as costas pra mim, falou pra mãe do paciente que eu era um péssimo profissional e foi embora. Pedi para mãe que tivesse um pouco de paciência, lhes encaminhei para enfermaria e disse que eu iria ver como conseguiríamos resolver a situação do seu filho, o paciente com dor!

Liguei para o Dr. X, pivô dessa história toda e quem insistiu para a situação chegar aonde chegou. Chamava e caia na caixa postal. Depois de insistir algumas vezes recebi uma mensagem informando que não podia falar naquele momento e que mais tarde me ligava. Estou esperando até agora. Isso era 13h30m. Fui falar com a anestesista para anestesiar o paciente, afinal ele estava em jejum desde as 5h:30m, aguardando a cirurgia, a mãe conseguiu folga no serviço para acompanhar o filho e eu não queria que eles fossem embora sem o problema resolvido. A Dra. tinha mais três anestesias para fazer e, após essas, faria a do nosso paciente, previsto para as 18h:00m. Aproveitei para ir almoçar. Quando retornei fui checar os exames do paciente, mas os mesmos não estavam lá, o Dr. Malfeitor levou embora! Fui conversar com a mãe que me falou que o RX de Tórax havia sido feito no hospital e que os outros exames ela havia tirado cópia de entregado na clínica que acompanha o paciente. Fui ao setor de radiologia do hospital para saber se eles ainda tinham a imagem da radiografia, para nossa sorte ainda estava lá. Depois corri na administração e pedi um endereço de email, pois a clínica escaneou os exames para encaminhá-los. Às 17h55m os exames chegaram no email da administração, imprimimos e fomos, finalmente para o centro cirúrgico cuidar do paciente. Terminamos a cirurgia às 19h15m, preenchemos a papelada, o paciente acordou super bem da anestesia e, após conversar com os familiares, às 19h:40m fui embora.

Como toda situação negativa sempre tem um lado positivo, voltei para casa pensando em tudo isso e agora agradeço ao Dr. Malfeitor ter agido dessa forma. Provavelmente, se tivesse realizado a cirurgia com ele, o resultado teria sido catastrófico, o paciente poderia estar em uma situação muito ruim e eu não iria me perdoar por ter aceitado isso. Não falo por estar acreditando no além ou em uma força sobrenatural (mesmo eu acreditando nisso), mas com toda essa história, todos os fatos e provas, a chance disso ter acontecido era muito grande, enorme!

E aí, concorda comigo que chamar esse sujeito de Dr. Malfeitor é super sutil?

Christiano Cony

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EI PSIU “GERAÇÃO DE MULHERES QUE FORAM CRIADAS PARA SER TUDO QUE O HOMEM NÃO QUER”, AS PESSOAS NÃO MUDAM?

pessoas mudam

Durante a semana passada vimos uma enxurrada de comentários e compartilhamentos de um texto escrito por uma blogueira do Estadão sobre uma possível geração de mulheres que foram criadas para serem tudo o que um homem não quer. Resumidamente, dizia que as mulheres atuais são muito independentes e que isso as afasta de possíveis pretendentes, pois em sua visão os homens não foram preparados para essa tal mulher.  No fim do texto ela afirma: nós (mulheres) não vamos mudar, então que mude o mundo! Enquanto lia esse texto, lembrava-me de outra frase muito ouvida e dita em nossa sociedade: As pessoas não mudam! Gostaria de saber quem foi o “grande sábio” que profanou uma barbárie dessa e ainda a disseminou por grande parte das mentes atuais. Como podemos não mudar? Vejamos.

Quando nascemos ouvimos alguns sons já conhecidos na vida intrauterina e outros tantos novos. Passamos a nos comunicar através do choro, se sentimos fome choramos, se sentimos dor choramos. Mal conseguimos ficar sentados. Não mastigamos, apenas sugamos e deglutimos o leite materno. Com o passar do tempo, a tonicidade muscular vai aumentando, conseguimos ficar sentados, em breve engatinhamos e tentamos ficar em pé. Nossos pais nos estimulam a andar, segurando nossas mãos. Os dentes começam a nascer, iniciamos a mastigação. Já arriscamos algumas palavras, a comunicação melhora. Logo nos matriculam em uma escola, começamos a nos relacionar com mais pessoas, principalmente da nossa mesma idade. Nossos amigos querem brincar de bola, enquanto nós queremos brincar de esconde-esconde, negociamos, chegamos a um consenso, um ou outro fica irritado e se afasta do grupo, fica sem brincar. Repete essa atitude uma série de vezes, até que percebe que está ficando de fora das brincadeiras e resolve mudar sua atitude, passa a brincar com todos em um determinado momento. Nossa! Quantas mudanças até aqui e olha que ainda nem saímos da infância. Depois chega a pré e a própria adolescência, sutiãs, menstruações, espinhas, orgasmos, atrações sexual e talvez mais de um milhão de mudanças que passamos nessa fase da vida. Chega o pré-vestibular. Eu mesmo durante minha infância e adolescência quis ter várias profissões: cobrador de ônibus, bombeiro e militar. Fui fazer odontologia! Não bastasse fiz pós-graduação em Cirurgia Bucomaxilofacial, depois Mestrado em Ciências, Gestão em Saúde e Gestão Empreendedora. Afe! Que salada, misturei tudo, área de biológicas, humanas e exatas. Lembro-me que durante meu mestrado, muitos diziam que o meu professor orientador era muito bravo e minha resposta era sempre a mesma, só se for com você porque comigo ele sempre foi muito atencioso, simpático e educado. Ouvia de volta: pois é, a idade amoleceu o coração dele. Veja que maravilha, poderia ser isso mesmo! Outro exemplo que vejo muito são pessoas que sofrem um grande problema de saúde, como um câncer ou um trauma, onde ficam entre a vida e a morte. Sempre ouvimos relatos de que essas pessoas mudaram da água para o vinho após o incidente.  São tantas as mudanças pelas quais passamos na vida que talvez não coubessem em um livro.

Fato é que nossa vida nada mais é do que uma grande escola, um grande processo por qual iniciamos antes mesmo de nascer e só paramos quando cerramos os olhos. Isso para quem não acredita em vida após a morte, para mim que acredito o processo de aprendizado e transformação não acaba nunca. Estamos sempre evoluindo, avançando, subindo degrau a degrau, melhorando como seres humanos, melhorando nossas relações com o próximo e com o mundo. Esse é o único papel da vida, não vejo outro. Você vê? E meninas, por favor, não se deixem rotular dessa forma, lembrem-se a vida é dinâmica e não estática, encontrar o meio termo, o equilíbrio, é tudo! Mas isso fica para um futuro post!

Christiano Cony

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Muitos querem vencer, mas poucos querem lutar!

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Empreender, criar uma empresa, um produto ou negócio é o sonho de muitos. Costumo dizer que sonhar é importante, mas há algo mais importante do que sonhar: agir!
Na física, qualquer objeto, para sair da inércia (estado em que a resultante das forças é nula, mantendo-o imóvel), precisa de energia suficiente para vencer as forças da gravidade e atrito. Essa força, no caso dos empreendedores, se chama vontade. A vontade tem que ser maior do que as forças que o mantém na inércia, ou seja, tem que ser maior que o medo, o comodismo e a insegurança. Há várias formas de nutrir a vontade, de fazê-la aumentar, estude, leia, ouça, apreenda, seja curioso, procure exemplos, pense, pense e pense. Quanto mais você nutrir a vontade, mais próximo estará de empreender e, quando chegar a hora, arregace as mangas e prepare-se, pois muito, mas muito trabalho virá pela frente, dificuldades também, mas serão bem sucedidos aqueles que insistirem, que lutarem como bravos guerreiros no campo de batalha e que conseguirem se adaptar rapidamente a mudança como um bom comandante!
Desejo-lhe sorte e muito suor!
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Forte abraço!

Christiano Cony

 

Nascido e criado, talvez na cidade mais complexa do Brasil, São Paulo. Foi estimulado desde a infância a perceber ao seu redor as grandes diferenças sociais que arrebatam nossa sociedade. Com essa visão humanista, foi fazer Odontologia com o objetivo de ajudar a diminuir o sofrimento humano. Fez residência em Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial destacando-se no atendimento de pacientes graves, vítimas de traumas e infecções, em prontos-socorros públicos. Iniciou-se na gestão de saúde pública na região de Parelheiros onde os recursos são ainda mais escassos do que no resto da cidade. Passou por várias outras situações na gestão pública, sempre coroado com êxito, por fazer avançar o Sistema Público de Saúde por onde passou. Hoje exerce consultoria no nível estratégico e tático, em diversas interfaces, além de administrar contratos estabelecidos. Fez mestrado na Unifesp em Ciências desenvolvendo ainda mais sua capacidade de oratória, aprendizado e ensino. Especializou-se em Gestão de Saúde e fez MBA compacto em Boston em Gestão Empreendedora. Formou assim sua percepção de mundo, crítico, analista, transitando por diferentes áreas que se complementam e, apesar do mundo tentar o contrário, sempre busca a visão otimista do todo. Dá-lhe as boas vindas: “Seja bem vindo meu estimado amigo, participe, escreva, opine, critique. Esse espaço é nosso!”